CORES BARULHENTAS - CAP 13

O motorista passou relativamente tarde na casa de Ogro. Embora todos os viajantes tivessem que sair de suas casas de madrugada, o carro chegou à casa Do rapaz por volta das 4 da manhã.
Ogro havia dito a seus pais que iria acampar e forjou as assinaturas que autorizavam sua viagem. Sua família nunca ia saber o que lhe aconteceu. Ficaria desesperada. Mas Ogro era assim mesmo. Um monstro.
O motorista era o bom e velho C.G.MEX da casa de Hobbit. Este o esperava no banco de trás.
- E aí, mano? Beleza? - cumprimentou Ogro.
- Beleza! Meu pai deixou comigo um jatinho particular para levar a gente para a Argentina.
- Vamos nessa, então!
Hobbit pegou duas pequenas garrafas de bebida:
- Vamos comemorar a última vez que passamos por Brasília! Um brinde! - comemorou o amigo de Ogro.
- Um brinde! - respondeu concordando.
E ambos começaram a beber.
- Cara! Adoro esta bebida! - disse Ogro.
- Eu sei.
- Trouxe para a gente comemorar?
- Mais ou menos...
De repente, tudo ficou turvo para Ogro. Não consegui ficar consciente.
- Eu... Estou... Com sono?
- Está muito cedo. Por que não dorme?
E foi o que o rapaz fez de imediato.
- C.G., vamos retornar à minha casa! Precisamos deixar meu amigo Ogro lá.
- Ele está bem?
- Está. Só não vai se lembrar de nada quando acordar daqui a dois dias.
O robô deduziu:
- Boa Noite, Cinderela?
- É isso mesmo.
- Mas ele não poderá viajar conosco.
- Nas próprias palavras dele: Ou Gina, ou ele. Achei mais justo que fosse ela...

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