INDEPENDÊNCIA E MORTE! - CAP10

A invasão se dera pela entrada principal. Um escudo de força mantinha a pressão atmosférica na colônia enquanto os soldados Norgors atravessavam os portais.
Atravessando a cidade, viu que a situação fugira do controle: havia corpos nas ruas tanto de robôs quanto de humanos.
-Você vai morrer por ter dizimado a minha raça! – gritou um Norgor.
Jonas olhou na direção. Era simples identificar os invasores: eles pareciam humanóides verdes com uma cabeça parecida com a de um cavalo terrestre. Naquele momento, um alienígena apontava para uma mulher e seu filho de 5 anos.
-Ele é só uma criança! Não fez nada! – clamava a mulher.
-Mas vai crescer e continuar nos matando! Vou eliminá-lo como se elimina uma praga!
Mas o carrasco não teve tempo de atirar, pois Jonas o empurrou para longe.
-Maldito robô! – e atirou no C.G.MEX.
Jonas ficou em posição protegendo a mãe e a criança da rajada de tiros. Com seu reator carregado, seu corpo era um escudo confiável.
-Fuja daqui, senhora! – ordenou o robô.
A senhora saiu correndo. O alienígena não entendia como seus tiros não faziam efeito no robô.
-Você já devia estar morto! – declarou o atacante.
Calmamente, Jonas foi até seu agressor e, num gesto rápido com as mãos, desarmou-o e atirou nele, matando-o. Jonas podia ter problemas em matar robôs inocentes, mas já lutara em outras guerras e não tinha nenhum remorso por matar soldados em batalha.
-Preciso reabastecer nossas fontes de água, ou os robôs continuarão caindo como moscas. – concluiu Jonas.
Decidiu procurar por Luís. Como líder do levante robótico, ele poderia reorganizar as tropas de robôs a fim de conseguir um ataque mais eficiente depois de restaurar a água.
Ao chegar no Centro de Socialização, encontrou Luís no balcão segurando um copo de água. Ele pareceu surpreso ao ver Jonas.
-Jonas? Como chegou até aqui vivo?
-Isso não importa agora. Precisamos nos mobilizar e salvar os humanos!
-E por que faríamos isso? Quase todos os robôs já foram destruídos, conforme o plano.
-Seu plano saiu fora de controle! Além de nós, os humanos estão morrendo também.
-E daí? Por que nós os salvaríamos?
Jonas estranhou. Mesmo que nenhum robô gostasse dos humanos, era uma diretiva ajudá-los. Foi quando ele se atentou a algo discrepante. Deu dois passos para trás e disse:
-Tem razão, Luís. Voltarei para minha casa e esperarei pela morte.
-Abraq! Imobilizar!
Foi quando uma criatura , do tamanho de um urso, com pele feita de duras escamas amarelas saiu do escuro e pulou em cima de Jonas imobilizando-o.

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