CAPÍTULO 3 - O herói

O arqueólogo humano e seus dois ajudantes pazenv seguem por um corredor de uma construção antiga. Eles acabaram de sair de uma sala com várias armaduras polidas, provavelmente pertencentes a algum ritual cerimonial.
- Maron, espere! – grita o arqueólogo.
Não houve tempo. O ajudante mais à frente é vaporizado por uma fila de lasers potentes saindo do chão.
- Sensores captaram quando Maron passou pela armadilha e o fulminaram – comenta o arqueólogo.
- Pelo Universo! Como vamos passar por essa armadilha, Sr. Carvalho? – assusta-se o outro ajudante.
Carvalho olha para trás. Pega um escudo da sala de armaduras e cuidadosamente aproxima o escudo do laser, que é ativado, mas reflete no escudo. Carvalho gira o objeto até o ponto onde o reflexo volta o feixe exatamente no ponto de saída, causando uma pequena explosão no chão, neutralizando a armadilha.
- Sr. Carvalho! O senhor é brilhante!
- Toda armadilha tem como ser desativada, Ryneio.
- O senhor também escapou do banquete envenenado de Iurov há poucos dias atrás. Como sabia que era uma armadilha?
- Vários arqueólogos foram encontrados mortos depois de terem ingerido veneno. Nós também sabemos que há uma quadrilha atuando no planeta, roubando peças arqueológicas, logo, é pouco provável que os arqueólogos tenham se suicidado. Você só pode ser envenenado por alguém de sua confiança. Nosso anfitrião Iurov é um kabraq, membro de uma raça que, em sua grande maioria, defende a justiça e a verdade, assim, alguém que sugere confiança. Outro detalhe é que os kabraqs são imunes a venenos, dessa maneira, é a pessoa ideal para atrair arqueólogos e envenená-los num banquete que Iurov mesmo participaria.
- Mas como o senhor conseguiu participar do banquete e sobreviver?
Antes que a pergunta pudesse ser respondida, a dupla chega numa sala com uma esfera perfeitamente lisa, redonda e brilhante em cima de um pedestal.
- Parece que chegamos à ala do artefato. – anunciou Carvalho.
- Ótimo! Agora o pegue pra mim! – ordenou Ryneio, sacando uma arma.
- Eu deveria ter desconfiado. Você não quis participar do banquete. Disse que estava com muito sono...
- Deve haver mais alguma armadilha nesta sala. Desarme a armadilha e pegue o artefato pra mim.
Tudo bem. Para desativar vou precisar do cartão no meu bolso e... ops! – disse o arqueólogo deixando cair o cartão no chão.
- Pegue o cartão! Sem movimentos bruscos.
Carvalho abaixou-se para pegar o cartão.
- Sabe, Ryneio, eu menti pra você sobre uma coisa...
- O quê?
- Eu desconfiei sim que você era um traidor. – e apertou uma pedra no chão.
Imediatamente um laser percorre a sala na altura do peito do traidor, desintegrando-o imediatamente.
Carvalho levanta-se e segue até o pedestal onde está a esfera.
Ao tocá-la, grades sobem atrás do arqueólogo, prendendo-o. Carvalho chega perto das grades.
Elas são largas. Com um pouco de esforço, ele poderia passar por elas sem ficar entalado. Porém, ele pega uma bússola e constata que há um campo magnético ao redor das barras ao aproximar da grade.
- São barras eletrificadas. Se eu tentar passar, vou ser fritado vivo. – concluiu.
Ele olha para a esfera. Segura-a. Parece pesar uns 5 quilos. Leva ela até a grade e a põe no chão.
- Espero estar com a mira boa.
Carvalho rola a esfera por entre as barras na direção do botão que ativou o laser. A esfera alcança o botão e o laser novamente é emitido, desintegrando a grade.
- Agora só falta pegar o que eu realmente vim buscar. – diz Carvalho para si mesmo.
Ele pega a esfera e a insere num buraco na parede. Imediatamente um painel se abre, apresentando um pequeno aparelho, que o arqueólogo logo guarda em sua mochila.
O aventureiro volta calmamente pelo caminho que percorreu até ali. Ao sair da construção tem uma desagradável surpresa.
- Bom dia, Sr. Carvalho. Parece que o senhor tem algo que nós do clã Javirt desejamos.
Dois zortars esperavam do lado de fora, mantendo uma moça sob a mira de uma pistola.
– Acredito que vocês são os cabeças da quadrilha que vem saqueando este planeta. – deduziu o arqueólogo.
- É uma escolha muito simples, senhor Carvalho. O senhor pode se recusar a nos dar o artefato e perder o amor de sua vida. Ou salvá-la e perder o que o senhor tanto buscou. A escolha é sua.
O arqueólogo sorri.
- Vocês não entenderam. Estou aqui para me juntar a vocês.
Os zortars parecem surpresos.
- Nenhum humano já se aliou aos zortars! – responde um deles.
Carvalho pega algumas folhas no bolso e começa a mastigá-las como chiclete.
- Serei o primeiro. Quero até comemorar com vocês.
Carvalho tira três taças da mochila e uma garrafa com vinho.
- Peguem duas taças. São de cristal puro e hiper resistente achado nas escavações deste planeta.
Os alienígenas pegam as taças com desconfiança. Carvalho serve o vinho nas taças.
- Um brinde à nossa aliança! – e entorna o vinho de sua taça. Os alienígenas seguem o gesto.
- Sr. Carvalho, o senhor ainda deve decidir...
Antes de completar a frase, ambos os alienígenas caem mortos. A moça ameaçada parece surpresa.
- O que aconteceu? – pergunta ela. A bebida estava envenenada?
- Este vinho eu trouxe do banquete de Iurov.
- Mas você não morreu.
- No jardim de Iurov havia um pé de Paneveve. As folhas deste arbusto purificam completamente qualquer líquido. Talvez Iurov mantivesse essa planta em seu quintal para o caso de necessitar da ajuda de comparsas em algum banquete. Basta colocar algumas folhas na boca que qualquer veneno é neutralizado. Foi assim que sobrevivi. As folhas que estou mastigando são dessa planta. Como faz parte do costume Zortar compartilhar a bebida servida a seus prisioneiros, guardei o vinho e as taças caso encontrasse algum.
Neste momento, tudo em volta de Carvalho ficou congelado. Nada se mexia.
- Parece que você superou a máquina de novo, Silas.
Silas tira seu capacete de realidade virtual. Auvrita, uma ilkage, dona da loja de divertimentos virtuais sorri não muito admirada.
- O que aconteceu no jogo? – ela pergunta.
- Eu devia escolher entre o amor e uma realização. – respondeu Silas.
- E o que você escolheu?
- Ora, eu sempre escolho os dois! – sorri, satisfeito.
- Não é bem assim num jogo ilkage. Há sempre uma escolha a ser feita.
- Mas parece que o programador do jogo “desleixou”. Dei uma resposta que ele não esperava.
- Você é muito criativo, Silas. Devia tentar uma pesquisa arqueológica de campo de verdade.
O semblante de Silas caiu um pouco. Com um sorriso sem graça respondeu:
- Talvez. Vou pensar no assunto.
Silas saiu da loja. Embora fosse um arqueólogo formado, nunca teve coragem de sair em campo. Os jogos de realidade virtual eram mais simples. Não precisava, de fato, enfrentar a vida real. Só precisava descobrir como pensava o programador de seu jogo e traçar a estratégia necessária para vencer.
O holocelular de Silas começa a tocar.
Holocelular é um celular com vídeo-fone holográfico, mas raramente este recurso é usado. Na maioria das vezes, ele é usado como celular comum, ao contrário do holofone, um telefone fixo também como vídeo-fone holográfico.
- Alô. Aqui é o Silas.
- Silas, aqui é o reitor Biar. Onde está seu plano de aula? – perguntava nervoso.
- Reitor Biar, estou um pouco atrasado, mas...
- Mas nada! Já era para o senhor ter entregado semana passada! Só estou sendo paciente com o senhor, pois é filho de Clóvis Carvalho...
- É. O grande arqueólogo humano...
- O quê?!
- Até o final da semana estará aí.
- Tudo bem, mas é esse tipo de atitude que mostra que o senhor nunca alcançará o doutorado. – e desligou.
O outro problema de Silas era sua autoconfiança. Seu doutorado havia sido comprometido quando o professor Arnaldo, seu orientador, desapareceu sem dar explicações às vésperas de sua tese com todos os indícios que a comprovavam.
Desde então, Silas nunca tentou projetos mais ousados. Aos 30 anos, pegava apenas trabalhos burocráticos e aulas na 2ª Universidade.
Finalmente Silas chega a seu dormitório na universidade. Seu amigo pazenv o esperava, tomando uma bebida na frente da holovisão(TV com imagens holográficas).
- Oi, Gano. – cumprimenta Silas.
- Fala aí, rapaz! Jogando Realidade Virtual, ou como você gosta de dizer: RV, de novo?
- Pois é.
- Cara, por que você não sai numa aventura igual ao seu pai? Será que ele não consegue mexer uns pauzinhos?
- Você sabe que morro de medo de insetos. – lembrou Silas outro de seus medos.
- Sei. Quase morreu com a picada de um inseto durante uma expedição de seu pai quando era criança. Desencana, cara!
- Bom, já que você está aqui, alguém ligou pra mim?
- Sim, sua mãe.
- Ai! O que ela queria?
- Acho que te apresentar uma garota que ela conheceu.
- Odeio quando minha mãe tenta me arranjar um encontro. Ela me controlou a vida toda e ainda quer conseguir uma namorada para mim!
- Devíamos sair para uma balada, Silas! Sei que você é meio tímido, mas conheço umas garotas humanas que vão te adorar.
- Não fale bobagem, Gano. Quem é que vai querer um sujeito derrotado como eu?
Gano ficou em silêncio. Silas continuou:
- A única que poderia precisar de mim morreu, pois não tive coragem para acompanhá-la.
Gano tentou confortar Silas:
- Silas, não foi culpa sua a Kátia ter morrido. Ela sofreu um acidente com um artefato que ela não conhecia bem. Todo arqueólogo está sujeito a isso.
- Talvez se eu tivesse ido junto, eu poderia ter traduzido melhor as inscrições e poupado ela. Eu sou ótimo lingüista.
- Você não foi, pois tinha uma tese que poderia revolucionar a humanidade dentro da Confederação. E teria conseguido se o professor Arnaldo não tivesse desaparecido.
- Por onde será que ele anda? Eu deveria ainda estar magoado com ele, mas estou preocupado. Por que ele desapareceu? Já faz dez anos!
O holofone toca. Silas atende.
- Alô. Aqui é o Silas.
A imagem holográfica da pessoa do outro lado da linha assusta os dois amigos.
- Olá, Silas. Aqui é o professor Arnaldo.

8 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Acho que vc deveria apaga tudo qui escreveu até agora e reescreve a história. Seu texto tá muito sem pé sem cabeça e não condiz com a realidade.
    Tbm acho que deve parar de depreciar seus personagens, transferindo pra eles suas derrotas pessoais (a não ser que vc fosse um grande poeta erudito, nessi caso todo bem... mas no ramo da ficção científica, achu que não vai chega a lugar algum desse jeito! Desculpa ae a sinceridadi, mas essa é my opinion =)

  1. Anônimo disse...:

    discordo do comentador de cima, pra mim tá faltando emoção nessa história, uns beijos calientes, umas aventuras excitantes no espaço sideral.... Esses robôs são muito tímidos pro meu gosto, falam demais e fazem de menos! Bota essas máquinas pra funcionar que eu quero ver se esses robôs são bons mesmo de verdade

  1. Narrador Briee disse...:

    Achei interessante os comentários acima. No primeiro, é preciso ressaltar que, antes de escrever este livro, li diversos tratados sobre astrofísica, tanto cuidado que tive com realidade. Talvez o problema seja em relação às ações dos personagens. Neste caso, vale lembrar que estamos tratando de cultura alienígena, ou seja, não é preciso que os personagens pensem como pensamos nós humanos. Na verdade, nem podemos estabelecer um parâmetro humano pois o mundo tem das mais diversas culturas que pensam de modo totalmente estranho ao nosso modo brasileiro. Mas, ok, anotado. Tomarei mais cuidado.
    Outra coisa importante: o herói segue uma regra universal numa boa história: ele não nasce pronto. Tem defeitos que serão sanados ao longo de sua jornada. Por exemplo, no início do Senhor dos Anéis, Aragorn trazia nas costas o peso de um ancestral fraco, de certa forma era inseguro e não queria ser rei. Embora você não tenha se identificado com ele, há quem se identifique com um ou outro aspecto, e mesmo assim não é premissa numa história: há muitos livros e filmes onde há inclusive uma repulsa inicial pelo herói. Se ele não ganhou sua confiança num primeiro momento, ele ganhará no decorrer da aventura.
    Bom, até agora você somente viu imagens holográficas pré-programadas. Ou seja, sem inteligência artificial. Aguarde: nos próximos capitulos você verá um holograma muito diferente...

  1. Gustavo disse...:

    Cara, eu li tudo que você colocou agora e, se não se importar, tenho algumas críticas. Gostaria de começar falando que não sou muito chegado em histórias ultra-futurísticas com convivência alienígena e tal, mas lá vai:

    - Tente não usar nomes complicados para suas personagens, eles são difíceis de memorizar e, consecutivamente, relacionar certas coisas às personagens;
    - A sua idéia é boa (fuga da Terra, consequências do aquecimento global, etc), porém não parece que você está desenvolvendo ela bem. Certos temas mereciam uma explicação mais profunda, como por exemplo os possíveis alienígenas que iriam destruir a Terra, a migração, etc. Talvez você devesse começar a história com uma personagem secundária que fez parte da migração, com ela contando como aconteceu e tal;
    - Seu ritmo é confuso: ora você usa verbos no passado, ora no presente. Alguns autores usam essa ferramenta pra dar dinamismo, indo e voltando ao passado/presente/futuro para dar melhores explicações sobre o que está acontecendo, mas são raros os que conseguem fazer isso com eficiência. Sugiro que você dê uma cronologia à narrativa, vai ficar mais fácil de entender;
    - Suas personagens não possuem personalidade, expressões, características, sentimentos ou coisas do gênero, o que faz com que os diálogos e as ações das personagens sejam bastante fracos. Não sei se você chegou a fazer isso, mas antes de escrever alguma história, eu sempre faço alguns esboços de como as personagens vão ser, fica mais fácil de trabalhar em cima delas depois;
    - A parte que você fala da dilatação temporal da Teoria da Relatividade tá muito estranha, acho que tem coisa errada ai;
    - As interrupções do suposto narrador fazem com que se perca o pouco ritmo que a narrativa já tem. Não faça interrupções para explicações. Espera-se que um leitor de ficção científica coisas básicas do gênero, como "ano-luz". Caso ache que algo mereça explicação, faça com que uma personagem explique sem sair da narrativa;
    - Voltando à questão do ritmo, ora você acelera a narrativa, ora você desacelera, causando um efeito sanfona que é bastante criticado em diversos gêneros. Tente ser mais coerente quanto a isso. Algumas partes você pode passar mais rápido (como por exemplo a migração, é claro que você não tem que descrever os 10.000 anos), mas não faça com que haja um simples pulo;
    - Uma coisa que eu realmente abomino e talvez um dos motivos que me fazem não gostar desse gênero de ficção é a imprecisão com relação às tecnologias futuras. Deu pra ver que você está tentando não se apegar muito a elas, mas vai chegar uma hora que não vai ter jeito e, como você diz que seu livro tenta chegar próximo a realidade, pode ser que sofra um pouco nessa transformação, tendo que explicar algumas coisas com especulações;
    - Existem alguns pequenos erros gramaticais, mas bem poucos, porém, como você planeja publicar, sugiro que peça (ou pague) a um gramático pra revisar, um físico também seria de bastante ajuda.

    No mais, como já disse, não sou um grande fã desse gênero, porém sugiro que, pra fortalecer sua narrativa, leia alguns livros de escritores renomados sobre isso, como Isaac Asimov (destaque para “A Fundação”) e Arthur C. Clarke (“A Cidade e as Estrelas” trata de um tema semelhante).

    Enfim, continue escrevendo e lendo, é o melhor jeito de melhorar. Vou continuar acompanhando mesmo assim.


    Ah, e tente mudar o layout do blog. Esse tá muito ruim pra ler.

  1. Narrador Briee disse...:

    Gustavo, muito obrigado pelos conselhos. Sua crítica foi bastante construtiva. Deixe-me responder a elas:
    -Os personagens principais terão nomes mais simples, embora alienígenas. Num próximo livro irei seguir um conselho sobre nomes que recebi há algum tempo: adaptá-los a nomes conhecidos. Como já comecei com nomes alienígenas, vou precisar seguir com eles.
    -A fuga é abreviada pois é somente uma introdução. Procurei detalhar um pouco mas não a estendi pois o livro, de fato, começou agora.
    -Procurarei tomar mais cuidado no uso intercalado de tempos verbais. Parece que estou mais confundindo os leitores do que criando dinamismo. Vou deixar para usar esse recurso quando houver mais ação.
    -O problema até aqui foi que os personagens principais apareceram somente no último capítulo publicado. Estes realmente mostrarão mais aspectos psicológicos. Em geral, os personagens principais dos livros que escrevo costumo preparar todo um resumo da personalidade de cada um, porém, não me foquei nos secundários e isso pode deixar realmente os diálogos pobres no início do livro.
    -A dilatação temporal é assim mesmo. Aspectos relativísticos são um pouco problemáticos numa narração. Provavelmante eu deva procurar achar outros meios de explicá-los. Se eu for falar de relatividade novamente, serei mais cuidadoso.
    -A interrupção do narrador só acontece no blog. No livro em papel que tento publicar estas explicações apareciam como notas de rodapé. Como no blog não há como inserir notas de rodapé, precisei imbutir como forma de narração. Nas próximas notas, tentarei inserir num aspecto mais dinâmico ou através dos personagens.
    - Acredito que o efeito sanfona que você mencionou deva desaparecer um pouco nos próximos capítulos. Tentarei usá-lo de forma mais coerente.
    - A tecnologia procurei me embasar em outros livros de ficção. Tentei dar um pouco de ordem, fixando o que existiria em diferentes níveis tecnológicos. Você verá que a tecnologia da Confederação é bastante coerente. Uma das minhas grandes dificuldades antes de escrever este livro foi criar uma forma de viagem estelar sem uso de campos de energia, que é uma tecnologia que seria avançada demais para a tecnologia apresentada.
    De mais, vou procurar outro layout para o blog. Prometo.
    Obrigado pelas dicas. Estarei lendo os livros que você me indicou.
    abraços!

  1. Anônimo disse...:

    Gostei. A história foi dinâmica e me identifiquei com aspectos do personagem principal. Creio que o primeiro anônimo age com prepotência ao depreciar incontinente um texto em seu início. Isso demonstra apenas um julgamento precipitado de algo que ainda não se conhece inteiramente. Um personagem com dificuldades em sua vida reflete a natureza humana. Bem, algo que, creio, deixou a desejar, foi a indiferença em relação à morte do ajudante Maron.
    Continue explorando sua criatividade. Um abraço!
    Vladimir.

  1. Anônimo disse...:

    Para Gustavo:
    Douglas Adams usava os nomes mais bizarros para suas personagens e eles ficavam na memória mesmo assim. Ex: Zaphod Beeblebrox

  1. Narrador Briee disse...:

    Obrigado pelo apoio, Vladimir!
    Você verá que, nos capítulos seguintes, o próprio Gustavo tem deixado elogios. Às vezes os inícios podem ser um pouco sem graça, mas à medida que a aventura avança, ela se torna deliciosa devido às bases lançadas no início. Se você gosta de uma série animada chamada Futurama, verá que o episódio de apresentação foi o mais sem graça de todos, mas necessário para explicação do personagem principal.

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