CAPÍTULO 1 - Pré-História Humana

A primeira coisa a ser contada é sobre a Grande Fuga da Humanidade.
Há milhares de anos, a humanidade está vivendo um período bastante próspero.
A humanidade estava saindo do desastre chamado Aquecimento Global, que quase exterminou a vida na Terra.
Muitas áreas tornaram-se desérticas. No lugar da Floresta Amazônica, há uma grande extensão de gramado. Por lei, todo o gado do planeta vive em currais onde há reaproveitamento do metano emitido pelos animais (um dos grandes responsáveis pelo desastre ambiental), evitando o reaquecimento.
A maioria dos telhados de planeta é branco, pitados na esperança de reduzir o aquecimento refletindo os raios do Sol.
Porém, o que realmente ajudou foram as partículas de prata espalhadas na atmosfera superior que fazem a reflexão dos raios do Sol. Estas partículas estão sendo retiradas, uma vez que todas as máquinas do planeta usam hidrogênio como combustível, máquinas essas que eram as principais produtoras do gás carbônico na atmosfera, o maior vilão do aquecimento.
Todo hidrogênio é produzido em usinas nucleares. Algumas delas, inclusive, já usam fusão nuclear, que não produz lixo atômico.
Tendo uma tecnologia relativamente avançada, tornou-se corriqueira a exploração do sistema solar. Naves vêm e vão ao cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. É comum a exploração de hidrocarbonetos na periferia do sistema.
Um grande avanço tem início com a colocação do Observador na órbita de Plutão. Como seu antecessor, o Hubble, o Observador revoluciona a astronomia por ser o melhor telescópio até então.
Uma das revoluções se dá ao conseguir visualizar, nitidamente, um planeta habitado fora do sistema solar a apenas seis anos-luz . Cogita-se a idéia de transmitir ou mandar uma sonda naquela direção. Uma das grandes novidades é o recebimento de uma transmissão proveniente de tal planeta.
Algumas vezes deverei parar a narração para dar algumas explicações ou fazer comentários sobre termos ou palavras que uso ao contar esta história: Nem todos podem estar familiarizados com a medida ANO-LUZ: Ano-Luz é uma medida astronômica que corresponde à distância percorrida pela luz no período de um ano. Por exemplo, a estrela mais próxima da Terra depois do Sol é Próxima Centauri a 4,2 anos-luz. Para se ter uma idéia, se a Terra fosse do tamanho de uma letra “o” num jornal sendo lido numa cidade ao sul do Rio Grande do Sul, a estrela Próxima Centauri seria a roda de um caminhão andando pelo Norte do Amapá.
Prosseguindo: os estudiosos se debruçaram sobre a transmissão na tentativa de entender o que era aquilo. Porém, a resposta foi um balde de água fria para os habitantes da Terra.
Aquela mensagem que poderia abrir portas para uma nova era para a humanidade soa como um aviso de seu fim eminente: uma raça avançada está atacando o planeta descoberto. A mensagem é um pedido de ajuda desesperado de um dos agrupamentos, talvez uma cidade, frente à destruição provocada por alienígenas.
A humanidade passa a acompanhar as transmissões, da mesma forma que acompanhavam programas populares chamados “novelas”.
Finalmente teve início um silêncio aterrador. A população daquele planeta foi dizimada? Um mês de silêncio e é captada uma transmissão que parecia pertencer aos invasores: “Agora vamos invadir o sistema a seis anos-luz daqui que tem uma estrela amarela”. Somente o Sol se enquadra nesta categoria.
Feitos os cálculos relativísticos da transmissão, na melhor das hipóteses com naves viajando a 70% da velocidade da luz, para os habitantes da Terra, pareceria que a viagem iria transcorrer na metade da velocidade da luz . Assim, uma transmissão a seis anos-luz transmitida por naves viajando na velocidade estipulada, Do ponto de vista dos terrestres, faltaria ainda seis anos para que os invasores chegassem.
Novamente se faz necessáro um comentário: Conforme rege a Teoria da Relatividade, à medida que um viajante se aproxima da velocidade da luz, o tempo para ele se passa mais devagar do que para quem está em repouso. Assim, viajando a 70% da velocidade da luz (210.000 km/s), para um observador parado, o viajante parecerá que viaja a metade da velocidade da luz (150.000 km/s).
Pela primeira vez na história humana, todos os povos se juntaram em busca de uma solução para o problema. Todo o desenvolvimento ficou voltado para a futura guerra.
Porém, as potências da época já haviam começado a desenvolver soluções desde a primeira transmissão. O Brasil, Argentina e outros países uniram-se num audacioso projeto: naves com câmaras criogênicas para transportar populações para outro setor da galáxia.
O projeto vingou e, faltando um mês para a chegada dos alienígenas, uma frota partiu da Terra em direção ao chamado “Braço de Sagitário”.
Entretanto, a viagem contou com sérios problemas: muitas naves se perderam da frota durante a viagem e, mesmo as que chegaram, tiveram problemas com as máquinas criogênicas, matando 1/3 da população transportada. A viagem durou 10.000 anos.
Durante esta viagem, três raças situadas na região da galáxia acima mencionada começam a se desenvolver. Os Ilkages, uma raça dedicada a guerras e estratégia finalmente alcança a paz e começa seu programa espacial.
Os Pazenvs, embora detestem mudanças, desenvolvem, também um programa espacial. Numa destas primeiras viagens, acabam conhecendo os Ilkages.
Pouco depois, Ilkages e Pazenvs recebem transmissões da raça de bravos guerreiros chamada Kabraq. Estes são conhecidos bem a tempo: o espaço conhecido por estas raças começa a ser invadido pelos Zortars, uma raça de saqueadores espaciais.
Uma guerra tem início. Ilkages, Pazenvs e Kabraqs formam a Confederação. Após 10 anos de guerra, um tratado de paz é assinado, onde ficam delimitadas froteiras por onde os Zortars não devem passar.
50 anos depois desta guerra, os humanos chegam ao espaço da Confederação.
O primeiro contato se deu com uma nave de exploração Ilkage. Os humanos foram recebidos como fugitivos de guerra pela Confederação. Desde então têm trabalhado, em sua maioria, como comerciante em naves, uma vez que ainda não encontraram um planeta desabitado semelhante à Terra.
Nos 100 anos seguintes, os humanos procuram ser aceitos como membros da Confederação, porém os Pazenvs são avessos à mudança da ordem estabelecida desde a Guerra com os Zortars e os Ilkages não acham que os humanos estão no mesmo nível das outras raças da Confederação.
Esta é apenas uma breve introdução. A história que desejo realmente contar tem início durante um breve debate na conhecida 2ª Universidade da Confederação...

28 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Quantos anos você tem?

  1. Narrador Briee disse...:

    Confesso que não sou jovem, mas ainda tenho muita energia para contar muitas outras aventuras. ;-)

  1. Anônimo disse...:

    Logo notei!

    Tenho 18 e naum entendo nada de astronomia.

    Por que os cometas brilham tanto, se são meras bolas de gelo?

  1. Edite disse...:

    Pergunto: considerando o ano atual(2009), quando houve a Grande Fuga da Humanidade (em que ano)? A estoria se passa depois de quantos anos da grande fuga? Como é feita a comunicação entre essas raças e os terráquios?

  1. Narrador Briee disse...:

    Edite, neste ponto eu não estou sendo exato para não cometer um erro comum em ficção científica: previsões que falham. Você já deve ter vistou ou ouvido falar de dezenas de filmes antigos que prevêem panoramas muito mais otimistas do que a ciência seria nos dias de hoje (tome como exemplo o clássico 2001 - Odisséia no Espaço: estamos quase em 2010 e mal conquistamos a Lua). Assim, a única referência que faço é que a Grande Fuga se deu numa época pós-aquecimento global, quando ele foi finalmente controlado, ou seja, um futuro que pode acontecer nos próximos 100 ou 200 anos.
    Após a Grande Fuga, a história do livro começa 10100 anos depois.
    A comunicação é feita através da linguagem comum, mas isso será melhor explicado nos próximos capítulos.
    Quanto aos cometas, eles brilham pela mesma razão que a Lua brilha à noite: eles refletem a luz do Sol. Justamente por serem de gelo, refletem melhor a luz e se iluminam mais no céu.

  1. scitajuba disse...:

    Até agora a introdução está boa. Estou ansioso pelos próximos capítulos.

  1. Anônimo disse...:

    Que interessante!

    Nunca imaginei que os cometas pudessem refletir a luz do Sol.

    E por que os cometas são tão fugazes?

    Não seriam mais belos se fossem perenes como as estrelas?

    É verdade que nenhuma estrela é eterna, mas eu ainda prefiro as estrelas aos cometas.

    Bjos

  1. Anônimo disse...:

    Os astros existem para que o mundo seja mais poético!

  1. Narrador Briee disse...:

    Geralmente os cometas se formam além da órbita de Plutão (alguns chegam a se formar na Nuvem de Oorth, há anos-luz da Terra, quando uma estrela passa mais próxima e, pelo efeito gravitacional, lança pedras de gelo no nosso sistema solar).
    Por estarem longe, não costumam brilhar muito e têm órbitas bastante irregulares, o que torna difícil sua detecção.
    Os cometas passam a brilhar realmente depois que ultrapassam a órbita de Júpiter, quando os raios solares os atingem e começa a evaporação da superfície (daí forma-se a cauda dos cometas). Justamente essa evaporação torna difícil o estudo deste corpo celeste (imagine que é uma "cortina de fumaça" do cometa).
    Ao final, o cometa, se não atingir nenhum outro corpo celeste no caminho, passa pelo Sol e retorna em sua órbita, desaparecendo de novo após Júpiter.
    Todos estes fatores tornam os cometas tão misteriosos e fugazes.
    Realmente, são os astros que nos levam às artes e ao conhecimento. Não há nada mais bonito que um céu estrelado na zona rural de uma pequena cidade!

  1. Anônimo disse...:

    Puxa, mas que legal. Meu namorado tem 17 e vai prestar vestibular, mas o que ele quer mesmo é ser astrofísico. Vou indicar este blog.
    Ah, eu tambem adoro corpos celestes. Quem não adora?
    Valeu!!!!

  1. Narrador Briee disse...:

    Obrigado! Fico muito agradecido pelo elogio e pelo apoio. Embora seja um pouco complicado emprego na área de astrofísica, é uma profissão maravilhosa. Recomendo um bom curso de inglês pois há muitas oportunidades no exterior, além do que, os melhores observatórios estão por lá. Também recomendo espanhol: eu já trabalhei com astrofísicos brasileiros e eles trabalhavam em Brasólpolis (sul de Minas) e visitavam observatórios no Chile.
    Se seu namorado somente quiser trabalhar na área, ele pode também cursar engenharia: observatórios precisam de bons engenheiros de automação.
    Outra coisa que gostaria de pedir a você e a todos que deixam comentários: se possível, deixem o primeiro nome, mesmo que seja fictício. Algumas vezes há comentários muito curtos e gostaria que agradecer a todos, mas podem acabar embolando com outros comentários de anônimos, assim, não consigo agradecer especificamente a cada pessoa.

  1. H. M. disse...:

    Muito! Parabéns pela Iniciativa! Também faço algo parecido, mas com histórias de horror. Diga-me, você conhece Cory Doctorow?

  1. Anônimo disse...:

    Já que você está aberto para sugestões,que tal aumentar um pouquino o tamanho da letra, pois a leitura no monitor é cansativa.Achei interessante o contexto geral, mas acho que você transmitiria melhor suas idéias se fosse mais descritivo em cada fase. Nós queremos saber como são esses seres ET's, como agem culturalmente essas novas populações, como se vestem, quais são suas armas,descreva o ambiente, essas coisas sabe? A leitura, acho, fica mais prazerosa assim; quando você se referir, por exemplo aos Ilkages, teremos refêrencia para nos lembrarmos deles.
    Espero não ter sido chata e espero também que minha opinião tenha sido útil.

  1. Narrador Briee disse...:

    HM, é muito bom conhecer novos aspirantes a escritor. Eu já escrevi bastante mas só agora estou procurando lançar meu livro. Infelizmente não conheço Cory Doctorow, mas procurarei conhecer alguma obra dele.
    Anônimo, procurarei aumentar a fonte. Estou aprendendo a mexer nas ferramentas do blog. Eu gostaria, inclusive, de alterar o fundo para colocar a capa do livro. Nela há desenhos dos aliens, mas eles serão melhor descritos nos próximos capítulos.
    Pode deixar, serei mais cuidadoso nas próximas descrições.

  1. Anônimo disse...:

    Muito sinceramente acho seu texto muito fraco pois é demasiado descritivo e torna-se monotono de ler. Isto embora se note que voce possui imaginação mas a técnica literária é fraca. Desculpe a honestidade.

  1. Narrador Briee disse...:

    Grato pela sinceridade. Somente assim é possível aprender.
    Porém, é difícil agradar a todos: um pouco acima há um comentário me cobrando maiores descrições. Procurarei encontrar o equilíbrio. Obrigado.

  1. Anônimo disse...:

    Verdade, assim fica uma confusão e a gent não sabe quem tá falando. É preciso um sinal para manter o diálogo e aí a gente fica sabendo quem é quem.

    Mostrei o blog para meu namorado, ele nnão gostou muito, disse que não é todo tipo de história fictícia que o agrada, ele prefere + a realidade.

    Homems!!!!! Nunca sbem o que é sensibilidade.... "< >"

    Agora vou p/ o cursinho, pq também não sei ainda o que quero da vida :) Mas acho que vou prestar para relações humanas, essa é a minha praia.

    Até a próxima "[ ]"

    Isa

  1. Narrador Briee disse...:

    Bom, nos próximos capítulos somente será perceptível a existência do Narrador quando houver um comentário ou explicação sobre algum termo usado na história. Na maior parte do tempo ficará claro quem é quem.
    Isa, talvez seja legal procurar um orientador para ajudá-la com testes vocacionais. Perceber no meio do seu curso que você preferiria fazer outra coisa é muito ruim pois você fica indeciso sobre se larga tudo para recomeçar do zero, ou continua pois você já investiu muito do seu tempo no seu curso.
    Sempre é bom ouvir críticas pois podemos aprender com elas, mas também é preciso entender que cada um tem seu perfil. Isso significa que o texto pode ser chato para alguns, mas pode ser agradável a outros. Prova disso é que o blog tem recebido muitas visitas é já tem até seguidores (aliás, abraços ao Duda!!!).
    Continuarei a prestar atenção às críticas para melhorar o texto, mas continuo fiel à minha história. Se não conseguir atingir um grande público, pelo menos sei que pude trazer lazer a algumas pessoas com minha obra. Para mim isso já vale a pena.

  1. Anônimo disse...:

    Tem razão, Deus me livre de parar no meio do caminho. Vou prestar o vestibular p/ uma área e quero ficar nela pra sempre.

    Sobre o grande público, acho que vc está errado, pq um escritor não depende de público e sim de publicações, logística e distribuição.

    Faça um planejamento p/ publicar suas pesquisas. Não é tão difícil assim, há pessoas que passam a vida publicando e nem estão preocupadas em ficar conhecidas (fama é uma grande besteira!)

    Importante é publicar bastente e publicar sempre, uma quantidd boa e que atinja um público X, específico :)

    Se vc é tão experiente como disse, suponh0 que tem capacidade p/ publicar o que quiser. Boua sorte!

    No + é isso aí,

    [ ]s da Isa

  1. Anônimo disse...:

    Poxa, hoje é sexta-feira 13, repararam?

    Será que vai ser um dia de sorte? :)

    Quem aqui acredita em seres do além? ...

    rssss

  1. Narrador Briee disse...:

    Não é tão fácil, Isa. Como já disse, este foi o veículo que escolhi pois só assim minha história pode ser divulgada. Editoras só publicam coisas que têm público garantido, e é com este blog que espero demonstrar que há público.
    Mas já aprendi certa vez que toda obra não deve engrandecer o artista, mas sim a humanidade. Já escrevi muita coisa só para mim. É legal para nosso próprio ego, mas a verdadeira arte busca levar prazer a todos.
    Não sei se hoje alguém encontrou uma criatura do além, mas se encontrou, avise-me para ter mais idéias para os próximos livros. :-)
    Amanhã novo capítulo e outras novidades no blog!

  1. Anônimo disse...:

    Não entendi o início da narração. Você estava falando de algo que aconteceu ou que estava acontecendo? Digo isto porque você usou o verbo no passado algumas vezes e no presente em outras. Outra coisa, porque o hidrogenio era retirado de usinas nucleares? Não seria mais barato retirar da água do mar? E achei sua explicação sobre a velociade da luz meio estranha também. Quanto tempo se passou no interior da nave durante a viagem de 10.000 anos considerando que eles estivesse a 70% de c? Você fez esse cálculo?

  1. Narrador Briee disse...:

    Desculpe. Realmente deveria ter me atento a deixar tudo no passado. Usei verbos no presente na tentativa de tornar a história mais dinâmica.
    Você já deve ter feito aquela experiência na escola onde se transforma água em oxigênio e hidrogênio. Para se fazer isso é necessário energia elétrica. Por isso o hidrogênio é "fabricado" em usinas (mesmo porque em toda usina de energia elétrica, na grande maioria delas, vai usar água de alguma forma (líquida ou vapor) para fazer geradores girarem, o que explica a presença de água em usinas).
    Realmente para quem está na nave, a viagem durou apenas cerca de 7000 anos, mas para quem está fora da nave, a viagem dura 10.000 anos. A fórmula da razão estre o tempo da nave e fora da nave é 1/(1-(v^2/c^2))^(1/2), onde c é a constante da velocidade da luz e v a velocidade da viagem. Não entrei em maiores detalhes pois começaria a explicar a Teoria da Relatividade, o que não é o objetivo do livro.
    Mesmo assim, é bom perguntar. Mostra que você está atento. Procurei escrever este livro sendo o mais fiel que podia em relação às teorias atuais da física.

  1. Anônimo disse...:

    Caro, Briee. Agora entendi o seu ponto em relação ao hidrogênio. Sobre o livro, parabenizo a sua iniciativa, eu mesmo já tentei iniciar vários livros mas nunca consegui passar da página 10. No entanto, ainda acho que sua literatura ainda não está boa... esta é uma opinião de leitor. Mas ninguém escreve um "Senhor dos Anéis" ou "Guia do Mochileiro das Galáxias" da noite pro dia, por isto, continue tentando e estudando para continuar melhorando. Boa sorte!!

  1. Narrador Briee disse...:

    Obrigado! É graças a participação de vocês que ainda me tornarei um Tolkien. ;-)
    Continue tentando escrever seu livro. Se quiser uma boa literatura de como preparar sua história, leia A JORNADA DO ESCRITOR. É excelente tanto para amadores quando profissionais. Para você ter uma idéia, este é o livro de cabeceira de todos os roteiristas de Hollywood.

  1. Anônimo disse...:

    Caro amigo, estou a gostar bastante da sua história e aproveito para dar-lhe os parabéns e força para continuar.
    Venho também dar a minha opinião em relação à descrição. Penso que a descrição deve ser feita conforme o objectivo e o ideal do livro que tem na sua cabeça. Por exemplo, se quiser escrever e centrar se mais nos valores humanos, criticá los através destes seres espaciais que contam a sua história, e tentar moralizar as pessoas que leem em relação a seja o que for, a descrição não é algo tão necessãrio, como , se centrar mais em contar e relatar uma aventura inter galáctica, dificuldades e desafios que o povo acompanha.
    Basicamente, mais uma vez , acho que a descrição deve ser feita conforme o livro que quer fazer e o público alvo a quem dirige.

  1. Narrador Briee disse...:

    OBRIGADO!!!
    Sempre é bom ouvir um elogio. Realmente eu me foco nas relações. Uma boa história de ficção científica não tem a ver um as grandes tecnologias inventadas, mas como o homem se relaciona num ambiente com tantas tecnologias. Eu me preocupo muito em ser cientificamente coerente, mas mais importante são os personagens e suas culturas.

  1. javo disse...:

    nossa passar 10 mil anos no espaço é demais , acho que você exagerou nesse ponto .

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